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Igreja de S. Francisco

Outubro 9, 2007

Igreja de S. Francisco

Situada no centro da vila, é nesta Igreja que são celebradas as cerimónias religiosas quotidianas.

Desconhece-se ao certo em que ano esta Igreja foi construída, bem como quem a mandou construir, existindo no entanto duas versões diferentes em torno da sua construção.
Segundo os anais históricos da família de Assis e Brito, a igreja foi acabada de construir em 1846, sendo edificada sobre uma capela que no mesmo sítio existia e com o mesmo nome.
Tudo começou com a promessa efectuada pelo Capitão de Ordenanças e Major de Lanceiros Bernardino José de Brito o qual não conseguindo ter filhos (ou melhor, a sua esposa, D. Maria da Conceição Pacheco) prometeu a S. Francisco de Assis que se este a “agraciasse” com um filho varão, construiria uma igreja em seu louvor em Aldeia Nova de S. Bento e colocaria o nome do Santo a seu filho. Em 1804 nasceu o rebento ao qual foi posto o nome de Francisco de Assis de Brito, sendo baptizado a 25 de Julho desse mesmo ano. Faleceu em 1862 e durante a sua vida foi Morgado da Abóbada, morgadio que herdou de seu pai.

Existe outra versão sobre a história desta igreja.

Conta-se que no ano de 1738 o Infante D. Francisco, filho de D. Pedro II, veio em romaria à Igreja de S. Bento, com o intuito de visitar o Santo para cumprimento de uma promessa. Pensa-se que este Infante aquando da sua visita, tenha mandado construir a Igreja de S. Francisco existente nesta localidade.

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  1. António Assis permalink
    Janeiro 9, 2010 3:20 am

    Dois comentários:
    1º A Igreja de S. Francisco, tal como hoje a conhecemos, data de 1840 ou 1846 (a data está na entrada que dá para a para a sacristia e para as escadas que vão para o coro. É construída sobre uma edificação mais antiga e mais modesta (que corresponde a parte do corpo da actual sacristia), e é chamada, na documentação paroquial do século XVIII, na maior parte das vezes, por Ermida de S. Francisco.
    2º Bernardino José de Brito foi, de facto, capitão, mas não major de Lanceiros; era lavrador na herdade da Abóboda, que passou a seu filho Francisco de Assis (e que continuou na famíla até 1961, altura em que é vendida ao Estado), que não era morgado da Abobóda.

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