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Globalização

Maio 19, 2008

Muitos países, mesmo entre os mais desenvolvidos, são pouco globalizados nas ideias. Verdadeiramente globalizados no imaterial, encontramos sobretudo cidades, como Londres, Paris, Amesterdão, Nova Iorque ou São Francisco, para falar apenas do Ocidente. Aí circulam pessoas e ideias vindas de todo o lado. Aí, ser ou não politicamente correcto, um debate ainda na moda nos sítios menos abertos, já deixou de ser assunto, pois o que interessa é tratar bem os outros, vindos de onde vierem.

A fraca globalização das ideias nota-se nos noticiários da televisão, nas primeiras páginas dos jornais, nas análises dos colunistas, nos “blogs”, nos trabalhos académicos, nas conversas de café. Os media verdadeiramente globalizados são a excepção, não a regra. Leia-se o “New York Times”, veja-se a BBC, ou mesmo o “El País” e compare-se com a esmagadora maioria da imprensa e dos noticiários em países como Portugal. As universidades globalizadas são também excepção (e as melhores).

Pedro Lains (JN)

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